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ESG Consumo de Água: Na pior seca, desafio é reduzir perdas

O Brasil está enfrentando a pior seca dos últimos 91 anos e a falta de chuvas tem exigido esforços de todos para economia de água. A Iguá Saneamento, empresa que atende mais de 6 milhões de clientes em cinco estados do país e que, a partir de 2022, passará a englobar também 1,2 milhão de pessoas no Rio de Janeiro, reafirma seu compromisso com o uso responsável de água a partir de investimentos na redução de perdas e em parcerias com startups que auxiliam na conscientização da população.

 

Com foco em inovação e eficiência operacional, a Iguá apresenta índices recordes de redução de perdas em algumas de suas operações, tais como Comodoro (MT), na ordem de 13%, o menor índice da série histórica da concessão. Palestina, no interior de São Paulo, a ESAP, operação da Iguá em parceria com a Aviva Ambiental, tem um dos menores índices de perdas do país e do mundo, cerca de 10%. Para 2022 avançaremos ainda mais trazendo sistemas preditivos na avaliação de nossos sistemas de abastecimento”, afirma Paula Violante, diretora de Engenharia e Desenvolvimento Operacional da Iguá Saneamento.

 

Segundo o Relatório de Desenvolvimento Mundial da Água das Nações Unidas de 2011, o consumo de água doce aumentou 6 vezes no último século e continua a avançar a uma taxa de 1% ao ano, fruto do crescimento populacional, do desenvolvimento econômico e das alterações nos padrões de consumo. Na contramão, as mudanças climáticas têm afetado a oferta, qualidade e quantidade da água disponível, o que impacta a vida de bilhões de pessoas.

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