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Amor Eterno Possível: Felizes para Sempre depende de você

*Sandra Rosenfeld
 
Outro dia estava conversando com uma amiga e falávamos justamente sobre AMOR.
 
 
 
Mas afinal qual a base do amor, ou melhor, no que consiste o amor?!
 
Muitas pessoas falam “eu te amo” com facilidade, mas, no entanto, as atitudes não confirmam as palavras, ou sustentam sim até a primeira contrariedade. 
 
A meu ver, quando amamos, qualquer tipo de amor, seja de pais para filhos, de filhos para pais, casais, amigos, incluindo aí o amor por nós mesmos, é necessário em primeiro lugar o cuidado. 
 
Sim, cuidado no sentido mais amplo da palavra e do sentimento que ela carrega. Não basta o cuidado trivial, vai além, é aquele mais profundo. O cuidado com as palavras ditas e não ditas, às vezes, o silêncio machuca mais do que qualquer palavra. O cuidado no olhar, podemos falar tudo através de um olhar... E, principalmente, o cuidado com as atitudes.
 
Eu sei que não é tão simples assim. Muitas vezes, temos tão pouco cuidado com nós mesmos, criticando-nos e mesmo nos crucificando por coisas banais... Tão menos cuidado temos com nós, mais difícil ter com o outro. O ser humano é complexo e nem sempre consegue externar de forma saudável os bons sentimentos que traz dentro de si. 
 
A baixa autoestima, o medo de sofrer, os traumas, os exemplos trazidos da infância, a falta de autocontrole e o pouco conhecimento de nós mesmos são nossos piores inimigos e acabam por atrapalhar em muito nossos relacionamentos, com isso, causando dores, sofrimentos e perdas que só aumentam nossa baixa autoestima, nossos traumas, etc. 
 
É um círculo vicioso e tem pessoas que não conseguem quebrar este círculo nunca, passam a vida em relacionamentos fracassados.
 
Mas como sair disso? Primeiro é preciso ter o entendimento de que não está bom, que pode ser de outra forma, porque só é possível mudar quando reconhecemos, quando aceitamos. A partir daí pode ser iniciado o processo de transformação que, normalmente, leva algum tempo e nem sempre conseguimos fazer esse caminho sozinhos. 
 
Estender a mão e aceitar ajuda é um grande facilitador para sair de onde estamos e ir para onde desejamos. Mas que tipo de ajuda? Aquela com a qual você se identificar. Pode ser terapia, grupo de autoajuda, coaching, meditação... 
 
Eu, por exemplo, melhorei muito como ser humano mediante terapias, que iniciei cedo, e a meditação que foi e ainda é um grande agente interno de transformação para mim. Dessa forma, pude e posso agir com mais amor comigo mesma e com as pessoas à minha volta.
 
Afinal, eu desconheço algo mais importante nesta vida que não seja o amor e por amor.
 
*Sandra Rosenfeld
Escritora e Palestrante. Instrutora de Meditação e Executive&PersonalCoach.Autora dos livros “Durma Bem e Acorde para a Vida” e "O que é Meditação", ed. Nova Era / Record. 
 contato@sandrarosenfeld.com.br
 

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